segunda-feira, 21 de janeiro de 2013
Opá...
Acabei de viajar por blog alheios, e eis que me deparo com isto:
"Diz o Arrumadinho que tem um cão maricas. Já são dois que a Pipoca tem em casa." (in coisas que me afligem)
Enquanto abanava a cabeça em jeito de censura soltava uma gargalhada! Convenhamos, tem piada, mas isto não se diz!!!
Há muito tempo que uma coisa tão simples não me provocava tamanha tempestade de sentimentos. Quase, quase, quase que tive uma experiência bipolar!
Deixa lá Pipoca, isto é inveja de não terem um marido como o teu. Arrumadinho, isto é claramente frustração por não terem um cão (maricas ou não)! E Aflito... tens mesmo muita piada!
Os “ses” das mulheres

Se temos a depilação por fazer, parecemos homens ou somos desleixadas…
Se vamos à esteticista, somos obcecadas com a beleza
exterior e passamos a vida em centros de estética…
Se nos maquilhamos, preferem-nos com um ar mais natural…
Se não nos maquilhamos, temos ar de doentes…
Se choramos, somos choronas...
Se não choramos, somos insensíveis...
Se carregamos a bilha de gás sozinha (e damos um jeito às costas), é bem feita para não nos armarmos em heroínas...
Se nos recusamos a carregar a bilha, somos fracotas...
Se andamos todo o dia de fato de treino, somos desmazeladas…
Se nos arranjamos, devíamos descontrair mais…
Se não há um determinado produto na despensa, nunca temos
nada em casa…
Se há tudo (e mais alguma coisa) na despensa, somos
esbanjadoras…
Se perguntamos: “como correu o teu dia?”, estamos sempre a
fazer inquéritos…
Se não perguntamos nada, falta dialogo na relação…
Se vamos às compras, somos consumistas…
Se não vamos, oferecem-nos um cheque oferta da Zara…
Se queremos fazer sexo, somos ninfomaníacas…
Se não queremos, estamos sempre a arranjar desculpas…
Se nos incomoda uma outra mulher, somos ciumentas possessivas…
Se não nos é indiferente, levamos com um par de cornos…
Se… se… se…
Isto dos homens serem de Marte e as mulheres de Vénus
deixa-me os nervos em franja!!!
domingo, 20 de janeiro de 2013
A princesa e os sapatos
Certo dia uma princesa, em plenos arrumos palaciaís,
encontrou um par de sapatos que há muito não calçava. Havia-os guardado pois já
não os usava, mas como estavam em bom estado e até gostava deles não os deu
para a cruz vermelha.
E quanto aquele “par de sapatos” maravilhoso que se
desgastou com tempo e que já não são possíveis de usar, o que lhe fazemos?
Passados tantos anos, e como esta coisa das modas é cíclica
desde sempre, calçou os sapatos novamente e por estranho que pareça até lhe
agradou vê-los nos seus pés…
Como a maioria das princesas também tenho um baú onde grado
meia centena de sapatos, alguns só pisam o solo em dias de festa, outros
carregam tantas recordações que não me atrevo a tirá-los do baú (sob pena de
passar a tarde a suspirar) outros simplesmente estão lá a aguarda que as modas
virem e se voltem a usar, alguns estão-me apertados, outros alargaram de mais,
em alguns não me consigo equilibrar, outros precisam de sapateiro. Até à data nunca voltei a calçar sapatos que
outrora usei pelo menos para pisar o chão, alguns já foram usados para pisar
algodão em sonhos passageiros!
Nas relações como nos sapatos:
- Será possível que
anos mais tarde gostemos de nos ver com uns sapatos que havíamos deixado de
usar?
Quando os “sapatos” que queremos (como o melão quer
presunto) não estão disponíveis no nosso nº:
- Será muito arriscado comprar uns sapatos apertados, ou com
o tempo a pele dá?
-E se forem largos, a coisa resolve-se com um par de
palmilhas?
-É o sapato que se faz ao pé, ou o pé ao sapato?
E quanto aquele “par de sapatos” maravilhoso que se
desgastou com tempo e que já não são possíveis de usar, o que lhe fazemos?
E mais vale um par de “sapatos” que nos faça sentir bonitas
ou confortáveis?
Será que há mesmo um “sapato” para todos os pés?
PS- Nem imaginam a pena que tenho de não ter telefone fixo
em casa, apenas para poder deixar (ao bom estilo Carrie Bradshaw)
no atendedor a seguinte mensagem: “I'm not home, but my shoes are. Leave them a message.” PIP
sábado, 19 de janeiro de 2013
Acho que houve um erro de cálculo…
Acho que com o passar dos anos houve um erro de cálculo que
originou um desfasamento entre a previsão e a realidade! O fim do mundo é
hoje!!!
Coisas de que gosto II
Gosto muito de cozinhar (e mais ainda de comer). Adoro ver programas de culinária, mas nem todos os chefs me convencem, sendo que alguns até os poria na alheta caso viessem bater-me à porta com intenção de me alimentar.
Temos o mais-que-querido Jamie Oliver que é impossível de desgostar: o ar despenteado, o "British" com toque sopinha de massa, o pôr as mãos na massa e até o ajavardar toda a cozinha lhe dão um ar de adorado-por-todos irresistível .. que julgo que conquista qualquer um, que nem encantador de cães versão encantador de tachos!

Mas não é o jeitoso que me leva a teclar neste momento, é mais uma jeitosa de nome Lorraine Pascale, Simplesmente adoro as coisas que a menina faz, a forma como as faz e como as come no sofá... gosto tanto que mais do que uma vez viajei nos meus sonhos para petiscar com a mesma numa prazerosa tarde de meia estação!
Recomendo vivamente!
quanto aos restantes chefs mediatizados por alguns tenho mesmo alguma relutância o Gordon leva o premio, acho-o ensebado, emperuado e arrogante e mete 1kg de manteiga em todos os pratos, a Nigela apesar de carismática e cm bons atributos deixa-me com medo de comer e de enchoiriçar como ela e o titulo de cromo dos tachos vai para o black musculado que nem sabe pegar numa faca (nem me recordo do nome).
Abaixo fica uma mixórdia sobre as mariquices na culinária:
sexta-feira, 18 de janeiro de 2013
Not so Strong ???
(Título inspirado no blog do homem sem blog)
A blogosfera, inspirada certamente pelo sensacionalismo em torno da entrevista com a Oprah, muito tem falado escrito acerca deste homem, que adquiriu o estatuto de Deus após os feitos em termos desportivos.
Para mim o Lance continua (very) strong, ao fim e ao cabo lutou contra um cancro com a força e determinação que muito poucos têm recusou render-se à doença, numa entrevista Lance referiu: "Enganaste-te na pessoa ao escolheres um corpo para viver, cometeste um erro porque escolheste o meu". E depois disto (com ou sem) doping acabou por vencer uma serie de provas e olhem que o dopping ajuda, mas não faz milagres…
Para mim o Lance continua (very) strong, ao fim e ao cabo lutou contra um cancro com a força e determinação que muito poucos têm recusou render-se à doença, numa entrevista Lance referiu: "Enganaste-te na pessoa ao escolheres um corpo para viver, cometeste um erro porque escolheste o meu". E depois disto (com ou sem) doping acabou por vencer uma serie de provas e olhem que o dopping ajuda, mas não faz milagres…
Muito se tem falado do ciclismo e da credibilidade a ele
associada, pelo facto de muitos atletas serem “apanhados” com substâncias
dopantes.
Pasme-se quem acha que o Lance foi um fracote e que o
segundo lugar agora vai finalmente obter as merecidas vitórias pois o Sr. Armstrong
fez batota, e em alguns casos só o 5º lugar tem condições para receber o prémio… Como ele disse "era impossível vencer sem doping"!
Pasme-se ainda quem pensa que esta coisa do doping só se
passa no ciclismo, ou que o ciclismo é o mais bem quotado na bolsa de controlos
positivos! O futebol lidera o mercado, mas quando foi a ultima vez que se ouviu
falar de um caso de doping no futebol? Ou pelo menos com este alarido, ou com o
alarido em torno do Alberto Contador!
Para além disso, o Lance é mais do que voltas à frança. Provavelmente deu mais voltas ao mundo em torno da causa Livestrong do que em cima da bicicleta!
Lance, Strong??? Sem dúvida!

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013
Mistérios na vida de uma Dona de Casa
No meu palácio, um dos fenómenos mais estranhos que ocorrem é o do desaparecimento das meias entre outros como as pingas de chichi na tampa da sanita e os pêlos no lavatório, ou o facto de eu ter mexido em coisas que nunca vi e que estranhamente reaparecem aos olhos de quem as estava a procurar, etc...
independentemente dos formatos, cores, bonecos, padrões, nº, chega sempre uma altura em que as meias ganham vida própria e desaparecem...
Na esperança que as desaparecidas estivessem no fundo da cesta de roupa suja, bem escondidinhas com medo da água e do detergente, guardo as meias sem par na cesta e ficam aguardando a chegada do parzinho limpo e seco para ser guardado!
Curiosamente, as meias sem par multiplicar-se no cesto da roupa lavada, e esta manhã descobri que 80% do espaço da cesta está ocupado por meias galdérias, divorciadas e abandonadas pela sua suposta metade…
Afinal onde param as meias que faltam? Será que se divorciaram sem avisar os seus proprietários? Será que a máquina de lavar roupa voraz de vez em quando "engole" as meias para fazer a manutenção dos filtros (ou assim)?
Que esperança resta a quem procura a sua meia laranja se no caso das meias, que foram talhadas uma para a outra, estas acabam sozinhas e abandonadas num cesto de roupa???
Será que devemos emparelhar as meias independentemente destas serem exatamente iguais? e neste emparelhamento juntamos as mais semelhantes ou usamos a máxima, como nas relações, "os opostos atraem-se"???
Na esperança que as desaparecidas estivessem no fundo da cesta de roupa suja, bem escondidinhas com medo da água e do detergente, guardo as meias sem par na cesta e ficam aguardando a chegada do parzinho limpo e seco para ser guardado!
Curiosamente, as meias sem par multiplicar-se no cesto da roupa lavada, e esta manhã descobri que 80% do espaço da cesta está ocupado por meias galdérias, divorciadas e abandonadas pela sua suposta metade…
Afinal onde param as meias que faltam? Será que se divorciaram sem avisar os seus proprietários? Será que a máquina de lavar roupa voraz de vez em quando "engole" as meias para fazer a manutenção dos filtros (ou assim)?
Que esperança resta a quem procura a sua meia laranja se no caso das meias, que foram talhadas uma para a outra, estas acabam sozinhas e abandonadas num cesto de roupa???
Será que devemos emparelhar as meias independentemente destas serem exatamente iguais? e neste emparelhamento juntamos as mais semelhantes ou usamos a máxima, como nas relações, "os opostos atraem-se"???
quarta-feira, 16 de janeiro de 2013
Ser feliz...
Esta coisa da felicidade tem muito que se lhe diga! Sempre fui da opinião que é uma forma de caminhar e não um objectivo, ou uma finalidade, pois inevitavelmente, e sem contrariar a gênese humana, sempre que alcançamos algo apenas nos contentamos por uma fração de segundos e passamos imediatamente a sonhar com algo diferente...
Ainda assim é dificil caminhar com sapatos apertados ou numa estrada em que os saltos se enfiam por entre as pedras...
A tomada de decisões fará mesmo parte da receita da felicidade? Não estou certa, pois a maioria dos transeuntes desta auto-estrada da vida não consegue assumir as consequências das decisões que toma. Por exemplo: Se optas por ficar na cama toda a manhã, certamente deixarás de fazer determinadas coisas e a frustração assalta-mos; Se no secundário optarmos pela escolha de uma área pela qual temos mais afinidade ou sentimos mais prazer eventualmente condicionará o nosso acesso ao ensino superior ou tornará o caminho da graduação mais difícil; Se optamos por declarar-nos ao nosso melhor amigo, podemos perder essa amizade; e por ai em diante...
Será que a tomada de decisões é essencial para a felicidade ou devemos deixar-nos ir ao sabor do vento???
Poderá a escolha mais difícil dar-nos maior felicidade, ou é nas prazerosas que está o caminho???
Estaremos todos preparados para aceitar as consequências associadas à tomada de decisões???
Qual é a receita??? Algum alquimista por ai???
Ainda assim é dificil caminhar com sapatos apertados ou numa estrada em que os saltos se enfiam por entre as pedras...
A tomada de decisões fará mesmo parte da receita da felicidade? Não estou certa, pois a maioria dos transeuntes desta auto-estrada da vida não consegue assumir as consequências das decisões que toma. Por exemplo: Se optas por ficar na cama toda a manhã, certamente deixarás de fazer determinadas coisas e a frustração assalta-mos; Se no secundário optarmos pela escolha de uma área pela qual temos mais afinidade ou sentimos mais prazer eventualmente condicionará o nosso acesso ao ensino superior ou tornará o caminho da graduação mais difícil; Se optamos por declarar-nos ao nosso melhor amigo, podemos perder essa amizade; e por ai em diante...
Será que a tomada de decisões é essencial para a felicidade ou devemos deixar-nos ir ao sabor do vento???
Poderá a escolha mais difícil dar-nos maior felicidade, ou é nas prazerosas que está o caminho???
Estaremos todos preparados para aceitar as consequências associadas à tomada de decisões???
Qual é a receita??? Algum alquimista por ai???
terça-feira, 15 de janeiro de 2013
Este não é mais um pedido como os outros...

Compreendo que quem é dador de medula, sangue e afins se canse de ver constantemente pedidos de auxilio quando já não está nas suas mãos pois não há nada a fazer! Esses pedidos dirigem-se a todos os que de alguma forma não têm a consciência da diferença que podem fazer...
Este pedido é distinto de todos os outros! (e acabou de me chegar à ponta dos dedos via cocó na fralda)
O Gonçalo tem leucemia e foi encontrado um único dador compatível, português que, depois de ter concordado e de já estar tudo preparado para o transplante se recusou a fazê-lo!Talvez por ser uma pessoa mal acompanhada, mal informada e muito mal aconselhada.
É preciso encontrar essa pessoa para a convencer a salvar o Gonçalo. Temos muito pouco tempo para o encontrar...
Peço a todos que ajudem a divulgar este pedido. Espalhem a mensagem. Por todo o lado.
É preciso explicar ao dador que ele fará a diferença entre a vida e a morte. É preciso explicar-lhe que não se dá esperança de vida para depois se tornar a tirar. É preciso perguntar-lhe como é que vai dormir, daqui para diante. E pedir-lhe, rogar-lhe para que faça aquilo que é certo e ocupe o lugar que apenas aos Deuses está destinado e salve uma vida! Que se torne um super herói por umas horas!!!
Partilhem este pedido, nos vossos facebooks e twitters e por email, clicando nos botões aqui em baixo.
Obrigadinha
Coisas de que gosto I
Se há coisa que gosto é de publicidade, ele é anúncios, placares, TVs e cartazes nos hipermercados e sobretudo a que me chega na caixa do correio.
Retiro a mesma do correio e transporto-a até uma caixa junto à lareira, para ler (ou ver os bonecos) sempre que o espírito consumista me berra aos ouvidos! E olhem que resulta...
A coisa funciona de maneira relativamente simples, pego no dito folheto ou revista analiso e seleciono o que quero comprar, vejo o preço e tudo e tudo, e por fim penso: quando lá for tenho que comprar...
Acontece que quando vou ao local ao qual o dito folheto fazia propaganda das duas uma: ou a revista ficou tanto tempo ao lado da lareira que já não existe o produto, ou fico completamente imune aos letreiros e publicidades que nos tentam levar ao consumo! Assim mato dois coelhos de uma cajadada só, por um lado não fico frustrada por não poder comprar algo (pois mentalmente já o fiz) por outro lado fico mais resistente a ser incentivada ao consumo desmesurado!
Claro que volta e meia sou apanhada por uma ou outra campanha que se aproveita da minha permeabilidade se enfia no carrinho de compras e lá vem para casa feliz e contente para uma casa em que não faz assim tanta falta!
Efetivamente não consigo conceber a minha vida sem toneladas de papel na caixa do correio e imagino se um dia alguém me mete na caixa um daqueles autocolantes medonhos "Publicidade, Aqui não obrigada!" no minimo ponho-lhe uma queixa por vandalismo e já me imagino a sacar uma mega indemnização pelos danos causados!
Bem, vou ler a Dica da Semana...
Retiro a mesma do correio e transporto-a até uma caixa junto à lareira, para ler (ou ver os bonecos) sempre que o espírito consumista me berra aos ouvidos! E olhem que resulta...
A coisa funciona de maneira relativamente simples, pego no dito folheto ou revista analiso e seleciono o que quero comprar, vejo o preço e tudo e tudo, e por fim penso: quando lá for tenho que comprar...
Acontece que quando vou ao local ao qual o dito folheto fazia propaganda das duas uma: ou a revista ficou tanto tempo ao lado da lareira que já não existe o produto, ou fico completamente imune aos letreiros e publicidades que nos tentam levar ao consumo! Assim mato dois coelhos de uma cajadada só, por um lado não fico frustrada por não poder comprar algo (pois mentalmente já o fiz) por outro lado fico mais resistente a ser incentivada ao consumo desmesurado!
Claro que volta e meia sou apanhada por uma ou outra campanha que se aproveita da minha permeabilidade se enfia no carrinho de compras e lá vem para casa feliz e contente para uma casa em que não faz assim tanta falta!
Efetivamente não consigo conceber a minha vida sem toneladas de papel na caixa do correio e imagino se um dia alguém me mete na caixa um daqueles autocolantes medonhos "Publicidade, Aqui não obrigada!" no minimo ponho-lhe uma queixa por vandalismo e já me imagino a sacar uma mega indemnização pelos danos causados!
Bem, vou ler a Dica da Semana...
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